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Semsa realiza Campanha “Janeiro Roxo” de Combate à Hanseníase

  • Publicado: Quarta, 06 de Fevereiro de 2019, 17h18
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A Campanha “Janeiro Roxo” de Combate à Hanseníase foi realizada pelos profissionais de saúde das Unidades Básicas de Saúde das zonas urbana e rural, entre os dias 21 e 31. A população teve disponíveis serviços como exames, palestras, visita domiciliar, capacitações, rodas de conversa, avaliação corporal. visita domiciliar e atividades educativas.

A representante da Coordenação dos Programas de Controle da Hanseníase e da Tuberculose, Lívia Torres, informou que o Ministério da Saúde oficializou o mês de janeiro para a conscientização sobre a doença. “A campanha deste ano foi de extrema relevância para a população, uma vez que conseguimos conscientizar, informar, alertar, controlar, combater e diagnosticar os usuários sobre a hanseníase como um todo, através de serviços e ações que foram ofertados durante o período da campanha”, avaliou Lívia Torres. 

A usuária da rede pública de saúde, Maria do Nascimento, procurou uma unidade de saúde para se informar sobre a doença. “Procurei uma unidade mais próxima da minha residência, assisti palestra e aproveitei para participar da roda de conversa”, disse a usuária. A equipe da saúde ressalta que o controle e o combate à doença não é feito somente neste período de campanha, e sim o ano inteiro.

Casos no Pará e em Parauapebas

O Pará é o quarto Estado brasileiro com maior número de casos de hanseníase, segundo o Ministério da Saúde. Em 2016, foram notificados 30,43 casos por 100 mil habitantes. O Pará fica atrás apenas do Maranhão (47,43 casos por 100 mil habitantes) Já o Mato Grosso, com 80,62/100 mil habitantes e o Tocantins, 88,13/100 mil habitantes, são considerados hiperendêmicos.

A boa notícia é que a taxa de detecção de casos novos na população geral vem caindo nos últimos anos. Passou de 92,30 por 100 mil habitantes, em 2004, para 29,93, em 2016. Em números absolutos, os números de casos novos na população geral caíram de 5.976 casos por 100 mil habitantes em 2004 para 2.486 casos em 2016. Na população adulta caiu de 5.976 casos por 100 mil habitante em 2004 para 2.486 casos em 2016.  Na população de menores de 15 anos caiu de 714 em 2004 para 272 em 2016.

Em Parauapebas, o número de casos de hanseníase caiu de 138, no ano de 2013, para 110, no ano passado, conforme dados da Semsa. 

Texto: Janaina Ravanelli

Fotos: Luciano da Silva

Assessoria de Comunicação – ASCOM | PMP

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