perfil Parauapebas

Dona de diversos potenciais econômicos, como as jazidas minerais de Carajás, florestas, rios, serra, solo fértil e clima agradável, Parauapebas é um dos municípios com maiores horizontes na região amazônica. A cidade tem aeroporto para aeronaves de grande porte, ferrovia ligando o município com o Porto de Itaqui, no Maranhão, e boas rodovias em várias direções, tornando-a totalmente integrada ao Brasil inteiro e ao exterior. No entanto, o município de Parauapebas está localizado a sudeste do estado do Pará, aproximadamente 700 quilômetros da Capital (Belém), limita-se com o município de Marabá, município de Curionópolis, município de Canaã dos Carajás e com o município de Água Azul do Norte

O núcleo urbano de Parauapebas, onde foi implantada a sede do município, está situado no curso médio e à margem direita do rio Parauapebas, encravada no sopé da Serra dos Carajás, ficando o seu eixo rodoviário principalmente entre o Km 64 e 69 da rodovia PA-275. Apresenta as seguintes coordenadas geográficas: 06º 3" de latitude sul, e 49º 55" de longitude oeste de Greenwich.

A condição geográfica de localização proporcionou a Parauapebas uma temperatura média de 32º C. Ao lado disso, a quase ausência de ventos na base da serra, torna a cidade pouco arejada.

COMO CHEGAR:

Via terrestre: partindo de Belém, via Alça Viária. Seguir a PA-150 até Marabá, aproximadamente 500 km. De Marabá, seguir pela Rodovia PA-150 e 275 até Parauapebas, cerca de 162 quilômetros.

Via área: vôos regulares entre Belém-Carajás, Brasília-Belém-Carajás; companhia Rio-Sul.

Parauapebas em linguagem indígena quer dizer: 
“Rio das Águas Rasas”

Devido a sua posição geográfica (zona tropical), e ao relevo, o município apresenta dois subtipos de clima, o de planícies e o de montanhas. Ambos compõem, segundo a classificação do Kopen, o clima "Am" ou seja tropical, quente e úmido, com precipitação pluviométrica (chuvas) elevadas.

Caracteriza-se por uma estação seca que vai de maio a novembro chamado regionalmente "verão", quando, por diminuição acentuada das horas de insolação, a temperatura realmente alcança níveis mais baixos. O período restante do ano, quando baixa a temperatura em virtude da precipitação pluviométrica (chuvas), é chamado regionalmente de "inverno".

O subtipo climático de montanha apresenta constantemente medidas de temperaturas mais baixas, na ordem de 3 a 5 graus de diferença se comparado ao subtipo climático de planície. No verão a média é de 30ºC, e no inverno é de 28ºC no conjunto do município.

A precipitação pluviométrica é de aumento no "inverno", atingindo em determinadas épocas e áreas o acentuado nível de 2800mm. A umidade relativa do ar chega ultrapassar 90% nos meses de chuva. Na época seca, a umidade relativa desce a menos de 50% e a vegetação de raízes pouco profundas, como o capim e pequenos arbustos, se ressente da falta de água e resseca.

O verde luxuriante que predomina na paisagem dá lugar, no verão, a um verde-amarelado refletindo a escassez de água superficial. A vegetação florestal, de maior porte e raízes mais profundas, ressente-se menos, mas, ainda assim, tem modificado levemente sua coloração.

 

Os limites Sul e Oeste de Parauapebas são materializados, aproximadamente, pelos divisores de água das bacias do Tocantins e Xingú. Por este motivo, todos os rios do Município fazem parte da bacia do Tocantins.

Parauapebas é banhado por dois rios, o Parauapebas e o Itacaiúnas. Ambos nascem na Serra Arqueada e corre, no município, na direção Sul-Norte. O Itacaiúnas é formado pela junção de dois ribeirões, do Água Preta e do Água Azul, que banha a localidade de mesmo nome.

Em seguida, o Itacaiúnas recebe, pela margem esquerda, o rio Pium e seu curso passa a separar a Reserva Cataté dos índios da tribo Xicrim (índios de nação Kaiapó), das terras cedidas pelo Governo Federal à CVRD para exploração de minério. A seguir o Itacaiúnas recebe, pela margem esquerda, os rios Cateté, Aquiri, Cinzento e Tapirapé, e pela margem direita as Águas Claras e o Azul.

Após a foz do Tapirapé, o Itacaiúnas irá receber pela sua margem direita as águas do Parauapebas, seu principal afluente. Já fora do município, o Itacaiúnas recebe o Rio Vermelho (margem direita), atravessa Marabá e vai desembocar no Tocantins.

O rio Parauapebas é formado pela junção do Ribeirão do Caracol e do córrego da Onça. Sempre correndo na direção Sul-Norte, recebe pela margem esquerda os rios Córrego da Goiaba, Rio Sossego, Igarapé da Gal, Rio Gelado e Rio Sapucaia. Pela margem direita recebe os rios Plaquê e Verde, Igarapé Ilha do Coco (que banha o Rio Verde) e os rios Novo e Caracol (não confundir com o Ribeirão Caracol que é um dos formadores do Parauapebas).

O Rio Parauapebas também é conhecido como Rio Caracol ou Rio Plaquê em seu alto curso até a foz do Sossego, e como Rio Branco, em seus cursos médio e baixo, após a foz do Sossego.

Tanto o Rio Itacaiúnas quanto o Parauapebas, só são navegáveis por pequenos barcos em trechos freqüentemente interrompidas por corredeiras e pequenas cachoeiras, que se agravam quando os níveis de suas águas baixam.

O regime desses rios como o de todos os seus afluentes, varia em função das chuvas (dezembro a abril/maio). A vazão torna-se evidente na época das chuvas.

A região das serras apresenta formação de pequenas lagoas, depósito de chuvas, em terreno relativamente impermeável. Essas lagoas situam-se em pequenas depressões situadas nos topos das serras.

 

POPULAÇÃO

A população recenseada do município é de 101.440 (cento e um mil, quatrocentos e quarenta) habitantes e a taxa de crescimento anual oscila entre 13% e 18%, estando, atualmente em 17%. A área urbana concentra 54.729 habitantes em 12.565 edificações. Do total de habitantes, 4.839 residem no Núcleo Urbano da CVRD, na Serra dos Carajás.


POPULAÇÃO ESCOLAR

O município contava com 5.740 alunos na rede escolar municipal até 1994. No ano de 1995, este número saltou para 14.517 alunos na mesma rede, que contava em ano de 1995 com 112 escolas na rural e 09 na zona Urbana.

A rede estadual, por seu lado, atende 4.983 mil alunos e a rede particular conta com 4 estabelecimentos de ensino registrados, sendo a escola CEIC, Amazon, Fênix e Janela Para o Mundo, as maiores da rede particular.

Esta rede, no total, atende a 5.500 alunos, estatísticas do ano de 1995. Portanto até aquele ano a população escolar era de 25.000 alunos, e os cursos que o município oferece vão da Pré-escola até o 3º Grau, com extensão da UFPA, CEFET, UNAMA, UFRA, AIEC, entre outros que atende na área de Pedagogia.

 

O município engloba as principais elevações que compõem a Serra dos Carajás. Este complexo montanhoso, onde se registram grandes ocorrências minerais, é composto pelos maciços de Serra Norte, Serra Sul, Serra Arqueada, Serra de Redenção e Serra do Cinzento, situadas a oeste do Rio Parauapebas (margem esquerda) e Serra do Buriti ou do Rabo, e Serra Leste ou Sereno, e Serra do Paredão, a leste do mesmo Rio. As Serras Leste ou Sereno, onde se situa Serra Pelada, e as Serras do Paredão da Redenção e do Cinzento, estão fora do Município.

Os rios Gelado (afluente do Parauapebas) e Azul, (afluente do Itacaiúnas) com nascentes próximas e direção de cursos oposta, separam a Serra Norte das elevações mais a Norte que envolve a Colônia Jader Barbalho.

Estas elevações se constituem em continuações da Serra da Redenção. Ao longo da Rodovia PA-275, desenvolve-se uma planície entrecortada por pequenas elevações que se constituem nos contrafortes da Serra Leste ou do Sereno (ao Norte) e Buriti ou do Rabo (ao Sul).

O ponto culminante do Município é o Pico da Serra Sul ou S-11, com 889m de altitude (acima do nível médio do mar).

 

Quando da sua criação em 10 de maio de 1988, o município de Parauapebas ocupava uma extensão territorial de 17.722,3 Km, segundo o "Anuário Estatístico do Estado do Pará" (1990).

Após sofrer o primeiro desmembramento para a criação do município de Água Azul do Norte, foram desmembrados do seu território 7.658,7 Km2. Recentemente foi desmembrada do Município a área do Cedere II, onde foi criado o novo Município de Canaã dos Carajás.

Assim sendo, restam ao município hoje apenas 6.927,9 Km2 dos quais a CVRD e os índios Xicrins do Cateté, juntos, e o Governo Federal, através de projetos de preservação ambiental (APA – Área de Proteção Ambiental, Rebio – Reserva Biológica e Flonata – Floresta Nacional do Tapirapé) detêm a concessão de 80% do total dessa área.

 Dona de diversos potenciais econômicos, como as jazidas minerais de Carajás, florestas, rios, serra, solo fértil e clima agradável, Parauapebas é um dos municípios com maiores horizontes na região amazônica. A cidade tem aeroporto para aeronaves de grande porte, ferrovia ligando o município com o Porto de Itaqui, no Maranhão, e boas rodovias em várias direções, tornando-a totalmente integrada ao Brasil inteiro e ao exterior. No entanto, o município de Parauapebas está localizado a sudeste do estado do Pará, aproximadamente 700 quilômetros da Capital (Belém), limita-se com o município de Marabá, município de Curionópolis, município de Canaã dos Carajás e com o município de Água Azul do Norte

O núcleo urbano de Parauapebas, onde foi implantada a sede do município, está situado no curso médio e à margem direita do rio Parauapebas, encravada no sopé da Serra dos Carajás, ficando o seu eixo rodoviário principalmente entre o Km 64 e 69 da rodovia PA-275. Apresenta as seguintes coordenadas geográficas: 06º 3" de latitude sul, e 49º 55" de longitude oeste de Greenwich.

A condição geográfica de localização proporcionou a Parauapebas uma temperatura média de 32º C. Ao lado disso, a quase ausência de ventos na base da serra, torna a cidade pouco arejada.


COMO CHEGAR:

Via terrestre: partindo de Belém, via Alça Viária. Seguir a PA-150 até Marabá, aproximadamente 500 km. De Marabá, seguir pela Rodovia PA-150 e 275 até Parauapebas, cerca de 162 quilômetros.

Via área: vôos regulares entre Belém-Carajás, Brasília-Belém-Carajás; companhia Rio-Sul.

Parauapebas em linguagem indígena quer dizer:
“Rio das Águas Rasas”

ouvidoria 5

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